Seminários



A PALAVRA DO REITOR

Estamos já próximos à VII.ª festa “Amigos do P.I.M.E.”. Gostaria de aproveitar esse espaço para agradecer a Deus e todas as pessoas que com paixão, caridade e sacrifício nos ajudaram e ainda hoje nos ajudam ao longo do caminho. Revistando entre o arquivo o do P.I.M.E. encontrei uma carta do primeiro reitor o pe. Darci Augusto. Após tê-la lida fiquei marcado pela seguinte escrita:

[No dia] “11 de fevereiro Padre Darci mais oito candidatos ao curso filosófico chegaram a Brusque para dar início a mais um seminário. Parecia tudo arrumado, mas na verdade a casa não tinha nem água nem luz. Tivemos que ir dormir na primeira noite numa pensão zero estrela.

Gostei do início: sem lenço e sem documento. Começar sem ter nada, como Abraão e como Moises. Tudo parecia difícil, mas logo fomos ajudados pela gente acolhedora de Brusque, a começar pelo então prefeito Alexandre Merico. Os padres dehonianos nos deram total apoio, principalmente moral e logístico”.

A primeira observação que fiz é que no dia 11 de fevereiro não é somente a festa de Nossa Senhora de Lurdes, mas é também outra festa: a de S. Castrese, o santo de que carrego o nome. Casualidade? Não sei. Mas pra mim foi uma descoberta bonita e uma razão a mais para acreditar mesmo que o Senhor me chamou a trabalhar no seminário. Os “acasos” de Deus, são a maneira mais simples com que o Senhor nos fala!

A segunda observação é que desde o começo fomos acolhidos e ajudados pelo povo

Brusquense e os padres que aqui já moravam. Que bonito ver que logo no começo o povo, nas pessoas mais simples, logo se preocupou conosco. Mas ainda mais maravilhoso é ver como desde então esta amizade nunca parou.

O que seria o P.I.M.E. sem você? Como poderíamos festejar a nossa presença sem elevar o nosso agradecimento a Deus por todos vocês, nossos amigos?
Obrigado, queridos amigos. Deus vos renda para todas os pequenos gestos de amor que vivestes com os nossos seminaristas e padres que me precederam. Obrigado por cada malha doada, por cada oração rezada, por cada palavra de amor pronunciada.

Perdoai-nos pelas falhas que cometemos nestes anos. Pelos momentos em que fomos testemunhas medíocres do ideal missionário. Compreendei-nos pelos momentos em que tivemos que mandar para casa alguns seminaristas. Tenho certeza de que cada um de vós saberá nos acolher sempre e de novo no seu coração. Em fim gostaria que a próxima festa se tornasse um momento privilegiado para encontrar todos vocês nossos antigos e nossos companheiros de viagem.

A única coisa que sei e que não pode passar em silêncio é estes VINTE E UM anos em que juntos buscamos nós educar a ter sempre vivo em nossos corações que a missão de cada cristão, de cada batizado deve chegar até os confins da terra, até os homens e as mulheres que ainda não conhecem Jesus Cristo.

Pe. Castrese Aleandro
castrese@terra.com.br

Visite as outras páginas

[P.I.M.E.] [MUNDO e MISSÃO] [MISSÃO JOVEM] [P.I.M.E. - Missio] [Noticias] [Seminários] [Animação] [Biblioteca] [Links]

Voltar