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REPÚBLICA CENTRO-AFRICANA:
25/06/2008
Diálogo
Pedem os Bispos depois do acordo de paz entre governo e os dois principais
grupos rebeldes do País
“Agora, que o diálogo
oriente-se pela tolerância e o respeito recíproco”
“Esperamos e pedimos que o diálogo político
respeite as condições estabelecidas e aprovadas por todas
as partes”. É a esperança dos Bispos da República
Centro-africana para os dias seguintes ao acordo de paz assinado pelo
governo centro-africano e pelos dois grupos rebeldes do norte, em comunicado
divulgado no domingo, 22 de junho. O acordo global de paz, que deverá
contribuir para relançar o diálogo nacional e abrir o caminho
para a resolução da crise de segurança e financeira,
foi assinado no dia 21 de junho em Libreville, capital do Gabão,
cujo Presidente, Omar Bongo, atuou como mediador. O acordo, que sucede
anteriores acordos de paz separados, entre cada grupo rebelde e o governo,
foi assinado pelo Armée Populaire pour la Restauration de la Démocratie
(APRD).
Presidido pelo ex-Ministro da Defesa Jean-Jáguass
Demafouth, e pela Union des Forces Démocratiques pour le Rassemblement
(UFDR). Um terceiro grupo rebelde, o Front Démocratique du Peuple
Centrafricain (FDPC) de Abdoulaye Misaine não assinou o texto.
O acordo de paz entre os movimentos rebeldes e o governo é considerado
um requisito indispensável para a organização do
chamado “diálogo político inclusivo”, que deve
reunir todas as partes centro-africanas (governo, rebeldes, oposição
pacífica e grupos da sociedade civil) para fazer com que o País
saia da crise e pacificar a nação. Os Bispos esperam que
esse diálogo “seja orientado para a busca das verdadeiras
soluções, com espírito de tolerância, de respeito
recíproco e de reconciliação”.
Fides
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